LOUVEIRA: Coluna de João Batista – LOUVEIRANDO

Vivendo com graça

O Circo chegou mais uma vez em LOUVEIRA e desta vez está instalado ao final da rua de casa e, mesmo para mim que fui poucas vezes ao circo, se tornou uma atração, uma curiosidade, pretendo ir desta vez. Essa curiosidade é baseada nas divagações sobre o que sempre ouvi dizer dos circos, da maneira como o pessoal se relaciona, da distribuição das tarefas diárias e mesmo na habilidade de cada um para que se torne uma atração. Quero ver se tem marmelada mesmo, pois a nosso país muito mais e até a nossa linda LOUVEIRA as vezes, nos oferecem marmelada com um gosto de ranço muito difícil de engolir e, nós muitas vezes engolimos sem mastigar para não sentir tal gosto. Prestemos mais atenção! Bem, admiro toda forma de arte, umas me atraem mais e outras menos, mas não posso negar que fico questionando como os membros de um circo de tamanho médio fazem para continuar as atividades, para sobreviverem. Olhando do lado de fora, o circo me passa a impressão de que sobrevive muito bem, pois os carros e os meios de transporte do circo me parecem de muito boa qualidade, bem como toda a estrutura do circo, da lona que cobre todo o espaço até as guias de proteção em volta. Houve um tempo, que graças a Deus ficou no passado, em que os circos utilizavam animais em suas apresentações, e pelo que presenciei uma vez havia uma violência dos humanos contra os animais, pois um dos ditos humanos gritava com um macaquinho e dava tapas na cara do animalzinho para que ele obedecesse, fato que me cortou o coração e restringiu minha vontade de ir ao circo. Em LOUVEIRA, essa cidade considerada de bom nível de vida, ainda se maltrata animais, possa citar como exemplo os abandonados pela população e acolhidos pela Priscila Finamore ou ainda em alguns casos os animais que participam de romarias, cujos “donos” não têm o zelo necessário para com os mesmos. Tem muita gente boa que vê no animal uma companhia, um amigo ou mesmo uma vida preciosa que está neste mundo ocupando o lugar que deveria ocupar, melhorando o mundo de muita gente. A alcunha de palhaço pode ser usada para definir muitas pessoas e, dependendo do contexto pode ser pejorativo, acredito que na maioria das vezes, ou então elogioso, quando a pessoa em questão tem o dom de nos fazer rir, nos sentirmos melhores, inclusive diante das situações ridículas ou tristes que provocamos pela nossa passagem por esse picadeiro chamado vida. Se todo mundo vai ao circo? Não sei.

Trilha Sonora / Todo Mundo Vai ao Circo / Batatinha

Autor: Geraldo Maia 62

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