GERAL: Procon encontra diferença de até 460% nos preços de um mesmo produto

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Os Núcleos Regionais da Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Governo de São Paulo, constataram através de um levantamento que o valor pago por um mesmo produto de uma mesma marca pode variar muito entre os estabelecimentos. A maior diferença foi de incríveis 460% em São Paulo.

Ao todo, foram visitados 52 estabelecimentos comerciais, entre 5 e 7 de Janeiro, onde verificaram os preços de materiais escolares como lápis, borracha, cadernos, canetas etc. O Procon alerta que as escolas não podem solicitar a compra de materiais de uso coletivo, como os de higiene e limpeza ou taxas para suprir despesas como água, luz e telefone. Tampouco podem exigir a aquisição de produtos de marca específica ou determinar a loja ou livraria onde o material deve ser adquirido.

 

Dicas de compras

Antes de sair às compras, verifique quais os itens que restaram do período letivo anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los. Em seguida, faça uma pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos.

Algumas lojas concedem descontos para compras em grandes quantidades, portanto, sempre que possível, reúna um grupo de consumidores e discuta sobre essa possibilidade com os estabelecimentos.

Fique de olho nas embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas, entre outros, que devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

Evite levar as crianças para fazer as compras, produtos com personagens, logotipos e acessórios licenciados, os favoritos de crianças e adolescentes, geralmente são mais caros.

Evite comprar em ambulantes. Apesar dos preços mais baixos, o comércio informal não fornece nota fiscal, o que pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade.

O Procon-SP alerta que as escolas não podem solicitar a compra de materiais de uso coletivo, tais como material de higiene e limpeza ou taxas para suprir despesas com água, luz e telefone. Nem exigir a aquisição de produtos de marca específica; determinar a loja ou livraria onde o material deve ser comprado.

Na Capital, foi constatada diferença de preço de 420% para um mesmo produto. Caso da borracha látex branca da Faber Castell que custava R$ 0,48 em um estabelecimento e R$ 2,50 em outro. A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 16/12/2015. Ao todo foram pesquisados 243 itens, em dez estabelecimentos em todas as regiões da capital. No comparativo com a pesquisa realizada em janeiro de 2015, a variação dos preços médios foi de 6,02%.

O Procon-SP alerta que as escolas não podem solicitar a compra de materiais de uso coletivo, tais como material de higiene e limpeza ou taxas para suprir despesas com água, luz e telefone. Nem exigir a aquisição de produtos de marca específica; determinar a loja ou livraria onde o material deve ser comprado.

 

 

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