LOUVEIRA: Alides Cogo volta a comandar a Associação Comercial e Empresarial (ACE)

Um dos fundadores da Associação Comercial e Empresarial de LOUVEIRA (ACE), o comerciante Alides Cogo, já foi presidente da entidade por inúmeras vezes, e com atuações marcantes faz de sua liderança expectativa de que o desenvolvimento do comércio de LOUVEIRA melhore cada vez mais. Para tanto, segundo Álvaro Barbosa, funcionário da ACE, Alides conta com uma diretoria composta por 12 membros, pessoas comprometidas com a cidade, o comércio, os empresários, e que em um período de crise procuram desenvolver estratégias que possam superar e enfrentar as dificuldades da melhor maneira possível.

NOVA DIRETORIA
Ao lado de Alides, está um time de comerciantes e empresários, além do ex-presidente Rubens da Silva, que contribui de forma honrosa, toda sua experiência.

João Marcos Torres é o  vice-presidente;

Maria Edileide Duarte, a primeira secretária;

Rogério Scaraboto, segundo secretário;

Osmar Valentin Cavalli, primeiro tesoureiro;

Valdemar Hernandez, segundo tesoureiro;

Lucivaldo Barros de Souza, Natália Andreia Lourenção e Geraldo Maia Santos, diretores adjuntos;

Hélio Aparecido Braz de Souza, Jaílson Marinho e Rubens Aparecido da Silva, formam, o conselho fiscal.

O COMEÇO

Alides contou à equipe de Reportagem da FOLHA NOTÍCIAS, que há quase 40 anos fundou a Associação Comercial com muito esforço e dedicação, e o apoio e doação de amigos e comerciantes. “Tive a honra de contar com a ajuda de Afonso Gasparini Filho na criação da então Acil (antiga Associação Comercial de LOUVEIRA) e Acivi (Associação Comercial e Industrial de VINHEDO), e também participei junto com ele da criação da Acivi, de VINHEDO, tendo o Afonso como presidente lá, por muito tempo. Nossa associação desde o seu início contou com amplo apoio da indústria e do comércio local, e da ajuda de comerciantes e empresários na época, isso em 1979. Graças ao esforço de muitos amigos na época, e além desse tempo, por muitos anos, tivemos uma vida financeira independente, o que sempre nos possibilitou fazer novos projetos e promoções na cidade, inclusive indicar às Prefeituras, através das Câmara Municipais, a criação da Guarda Civil Municipal de LOUVEIRA e de VINHEDO. Chegamos a comprar um carro para a Polícia Militar e participei da criação da Lei da Micro e Pequena Empresa em 1984, sob a liderança de Afif Domingues que era o presidente da Confederação Nacional das Associações Comerciais. A lei foi aprovada em 84, e logo depois acompanhei a sua regulamentação, estando Mario Covas como governador de São Paulo. Nessa época, tenho orgulho de dizer que convivi com os donos do Bradesco, Amador Aguiar e Lázaro Brandão, que também contribuíram muito com as Associações Comerciais”, lembra Alides Cogo.

LEI DA MICRO EMPRESA
Alides explicou sobre a importância dessa lei da Micro e Pequena Empresa por causa do diferencial da mesma com relação às existentes, ao proporcionar crédito para as micro e pequenas empresas através do BNDES.” Essas empresas são as que sustentam a economia do país. No somatório, o faturamento das micro e pequenas empresas equivale ao de várias multinacionais. No Brasil devem existir cerca de 15 milhões de micro e pequenas empresas”, calcula. Segundo o presidente da Ace, hoje está muito rápida a abertura de uma micro ou pequena empresa em LOUVEIRA. “Não tem mais tanta burocracia que gerou muitas dificuldades, tendo a ACE lutado muito por isso junto à Prefeitura e órgãos estaduais”, afirma.

MUDAR MENTALIDADE
Quanto aos planos para a nova gestão, biênio 2018-2020, Alides constata a existência de muitas lojas fechadas em VINHEDO e outras cidades vizinhas, o que não acontece em LOUVEIRA porque ainda não sofreu os efeitos devastadores da crise. “Aqui os mercados estão cheios, as lojas também, o pequeno comerciante precisa abrir a mente para o potencial que tem nas mãos, e que é ele que vai resolver os problemas, não é o governo, o prefeito, os políticos, os juízes, é o próprio comerciante que precisa abrir os olhos e acordar para as mudanças que estão postas e que não andam para trás com criatividade, senão vai fechar. Nós vamos trazer o Sebrae para realizar palestras nesse sentido, vamos fazer promoções conjuntas nas datas especiais, e quem tiver a mentalidade fechada vai fechar as portas. Vejam só quantos condomínios tem por aí, com consumidores necessitando dos mais diversos tipos de produtos. E os bairros estão crescendo. Portanto, a crise pode ser superada”, adverte Alides.

CONCEITO ON LINE
LOUVEIRA é um privilégio para todos nós os pequenos comerciantes porque temos um potencial imenso, e já tem muita gente vindo para cá, o Mercado Livre, com 800 funcionários, vem Casas Bahia, Carrefour, é só questão de tempo, e o pequeno comerciante precisa estar sintonizado com tendência atual. Precisa freqüentar o ExpoCenter, o Anhembi, abrir a cabeça, se atualizar, abrir a mente. Tudo o que nós sabemos já está ultrapassado diante das mudanças que ocorrem no mundo, o conceito de redes sociais, jornais on line, lojas on line, veículos sem condutores, jogos eletrônicos, robotização, vai ser normal homem com homem, mulher com mulher, terrorismo, droga, tudo normal, vende na porta, e não tem retorno”, profetiza Alides Cogo. “Os pequenos e micro empresários precisam criar, acreditar e fazer a mudança sem esperar por governos, políticos, judiciário. Queremos com conversar com os poderes, executivo, legislativo, judiciário, ainda não temos diálogo com a Prefeitura, mas vamos buscar porque é uma parceria saudável entre a Prefeitura e o comércio. Precisamos desburocratizar as relações. Temos uma democracia asfixiada. O Sebrae vai fazer uma parte, e nós vamos articular palestras periódicas para agilizar o diálogo com a Prefeitura, como houve no ‘Liquida LOUVEIRA’, na propaganda de final de ano, e essa parceria precisa aumentar”, observa o experiente presidente da ACE.

CRESCER EM LOUVEIRA
E o atual presidente Alides dá o recado: “Quem não tem dinheiro, precisa criar condições para conseguir capital de giro junto ao BNDES, Banco do Brasil, juros a 0,99% com quatro anos para pagar. Da para pegar de um a dois milhões se estiver tudo certo, porque o capital próprio do pequeno comerciante não vai adiantar muito. Tem que se enquadrar nos mecanismos de fomento. Tudo isso é para que o pequeno comerciante não desista de seu comércio, nem de LOUVEIRA, porque a cidade tem tudo para crescer, mas não pode parar no tempo. Tem gente que só critica e não faz nada. O pequeno comerciante precisa enxergar as possibilidades de crescer em LOUVEIRA, senão, fecha. Não sou economista, mas é preciso ter uma cabeça nova, diferente, porque se não mudar a mentalidade, com certeza vai fechar. E ACE LOUVEIRA está aí para ajudar este comerciante com mente aberta”, alerta Alides Cogo.

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