LOUVEIRA: Coluna de João Batista – ‘Louveirando’

Por mais prosas entre amigos


Visitar amigos deveria ser um hábito natural, uns amigos nos visitam e nós visitamos uns amigos. Eu particularmente não recebo muitas visitas em minha casa, mais por não ter uma vida ordeira em relação aos horários e afazeres, do que por não querer receber as pessoas, os amigos. Já fui de ir muito à casa de amigos, mas agora eu também vou bem menos, meu sofá me impede, ainda mais agora que comprei um novo na Loja do Salim. Na verdade, adoro voleibol e quando tem jogo transmitido pela televisão, o sofá se torna muito mais atraente. LOUVEIRA me presenteia com excelentes amigos e, pelo que percebo, também sou um bom amigo de muita gente.


Por falar em visitas e amigos, outro dia fomos, eu e Valdete Carlos, minha querida amiga, na casa dos queridos amigos Marlene Prado e Otacílio Prado, o Pin, moradores aqui de LOUVEIRA. Marlene, tenho certeza, é daqui da cidade, quando ao Pin, ainda perguntarei num próximo encontro. Breve, espero! Marlene é uma pessoa bonita, culta, desenvolta, acolhedora, direta e com um palavreado encantador, o Pin também possui quase todas essas qualidades, me permitam rir aqui. Ele entenderá o que eu quis dizer. Porém na questão de receptividade, os dois se igualam.


Já faz algum tempo que o Pin me convidou para conhecer especialmente o seu cultivo de maracugina, fruta que se destaca entre as muitas plantas que integram o seu jardim. Aliás, todo o seu quintal é um lindo jardim, muito bem cuidado. Ficamos encantados e enquanto tomávamos um café, por sinal, um delicioso café preparado pelo Pin, divagamos sobre os idos tempos, quando a nossa LOUVEIRA, bem como todas as cidades, eram bem mais calmas, onde todos praticamente se conheciam. Posso afirmar que ninguém lamentou pela modernidade, apenas constatamos que é preciso acompanhar o tempo ou nos tornamos pessoas saudosistas e, em muitos casos, pessoas amargas, chatas mesmo.


“A Maracugina é um produto de ação sedativa, para uso oral, composto de princípios ativos vegetais, reconhecidamente neurossedativos. Os sinais de melhora nos sintomas podem ocorrer em um prazo variável de dias, após o início do tratamento. Seu médico é a pessoa adequada para dar-lhe mais informações sobre o tratamento; siga sempre suas orientações. Não devem ser utilizadas doses superiores às recomendadas.” Informações tiradas do site https://consultaremedios.com.br/maracugina/bula. Por tudo isso posso afirmar que a maracugina foi o destaque das conversas e das fotografias, das muitas fotografias que tirei com a minha câmera. Usei o termo maracugina, embora tenha encontrado também nas pesquisas que a “maracugina” é o produto derivado da fruta “maracujá”.


Na residência dos nossos anfitriões reina uma paz, uma tranquilidade, uma falação tão gostosa, que por um momento eu questionei se não era o efeito da maracugina, pode ser, não pode? Após o delicioso café falamos de política, olhamos fotos antigas e comemos umas maracuginas, cujo gosto é bem parecido com o do maracujá. Na próxima visita digitalizarei, com a autorização da Marlene, algumas fotos antigas ou históricas para colocar no site Lendas Urbanas, que já possui um belo acervo da nossa história, imortalizado em fotografias. Agradeço de coração a bela acolhida, essa tarde tão proveitosa que passamos juntos e espero que haja mais encontros assim. Meu carinho.


Trila Sonora / Colcha de Retalhos / Cascatinha e Inhana

Autor: Geraldo Maia 62

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