LOUVEIRA:Coluna de João Batista – ‘Louveirando’

E você, leu?

Hoje, esta coluna fará ou dará esclarecimentos, na verdade não gosto desta palavra – esclarecimentos -tão necessária em dias atuais, mas mesmo assim prosseguirei. Me sinto totalmente a vontade para falar sobre isso. Quando, há uns cinco anos fui chamado para escrever, em reunião com os proprietários do Jornal FOLHANOTICIAS , solicitei total liberdade para os assuntos e a maneira de expor esses assuntos, no que fui atendido prontamente. Por isso escrevi e escrevo até hoje.

Um agradecimento especial à Maria Rita Gaeta, que me expôs com maestria a parte prática da coisa, como ética e fórmula, pois quando se escreve para um público, para o público, há que se ter responsabilidade para com o que se coloca no jornal. Foi assim e é assim. Claro que eu gostava mais quando o jornal era impresso, em papel palpável, que podia ser manuseado e até sentir o cheiro do jornal, mas com o passar do tempo, inexorável tempo, também passei a gostar do jornal digital. É o sinal dos tempos, se modernos, tenho lá ou cá, as minhas dúvidas.

LOUVEIRA merece ser escrita, descrita e conhecida pelos daqui ou por todos que se interessem por história, sob um ângulo peculiar ou por vários ângulos mais tradicionais, que possam ter acesso. No digital/virtual é mais fácil, pois se houver erros, como há em várias ocasiões, se torna mais fácil corrigir, mas no impresso, no papel não, o que de certa forma me tornava mais atento. Houve algumas poucas vezes que o erro foi proposital, e eu fui chamado a atenção por isso, expliquei e mesmo assim, duvido que acreditaram na minha explicação. Bem, mas é verdade. Outras vezes não, o erro estava lá e solicitei correção, no que fui atendido de chofre, gosto desta palavra.

Quero continuar a escrever e ser lido, mas isso não cabe a mim, me refiro a ler, neste ponto. Sei que nem todos que curtem leem; sei que há pessoas que leem e não curtem; sei que há outros que acham bobagem, mas mesmo assim leem, pois bobagem é tão bom as vezes! Eu cá comigo, fiquei feliz quando alguns leitores me mandaram email no louveirando@gamil.com opinando. Gostar ou não é do jogo, e eu também jogo, lógico. Agradeço com o coração cheio de empatia a oportunidade de ter um espaço na cena viva de LOUVEIRA, por morar, viver e conviver nesta cidade. Nunca me perco nas vantagens de ser bobo, mas uso essas vantagens a meu favor. Obrigado aos leitores e ao Jornal que me proporcionam a continuidade de estar em contato com as letras, as palavras e o contato com a vida que pulsa em cada um, seja uma pessoa que lê ou uma pessoa que não lê o que escrevo.

Observações finais, por ora… Há relatos de que algumas vezes não entendem o que eu escrevo, acredito que seja verdade, assim como é verdade que já torci para que alguém tivesse lido o que escrevi e, quase chorei, não leu. 

Trilha Sonora / O Caderno / Toquinho

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