REGIÃO: Coluna de Jorge Lemos – Linhas Cruzadas
ONDE A MEDIOCRIDADE CAMPEIA
Gosto das metáforas, pois as mesmas atingem aos dotados do pensamento racional e aceitam, quase sempre, a modificação dos seus hábitos e costumes procurando dar ao meio em que habita algo que proporcione o equilíbrio entre si e seus semelhantes.
Infeliz é aquele que se reverencia e aceita e se subordina aos péssimos hábitos “onde tudo vale politicamente” e a subordinação ideológica o obriga a repetir como papagaio os mesmos e nocivos linguajares das “palavras de ordem” tais como “reacionário” e outras adjetivações comuns aos pobres culturais ou donos da imbecilidade subalterna dos propagadores “analfas-ideólogos” dos agentes renumerados corruptos dos dias atuais. Este parágrafo não se destina a um só cidadão, mas a todos aqueles pobres de espirito que campeiam por este mundão de Deus e que ostensivamente aplaudem a desordem moral e da falta de ética do nosso mundo atual, politico administrativo, e que se orgulha de conviver num clima do “quanto pior, melhor!”
Gosto do diálogo e da critica. Critica honesta, fundamentada, alicerçada em argumentos sólidos e nada pessoais. Gosto dos confrontos inteligentes,; quando por escritas, alicerçadas e ou fundamentadas em construções verossímeis ou relatos fundamentados em relatos verdadeiros, comprobatórios. Conta muito para mim aos que criticam na busca de verdades históricas, mesmo as que levem as de caráter pessoal. Não a critica pela critica tão somente por entender que o criticado lhe é contrário ao seu retrogrado pensamento ou ideologia da sua própria vida presente. A estes tenho pena porque ainda não atingiram um nível até de alfabetização e demostram uma “burrice congênita” até vexatória, sem enxergar as verdades dos seus próprios momentos. Causa-me pena por certo. Pois tais críticos a inteligência dos seus criticados causam pavor. Para estes fico com a máxima de Cristo em que nos diz: “Pai, perdoe aos pobres de espírito e ignorantes pois eles nada sabem e nada o que dizem ou o que constroem!”
O magistral filosofo alemão Frederico Nietzsche em “ASSIM FALAVA ZARATUSTRA” edição d Coleção Sintese, da Livraria Martins Fontes”, em sua pag 61, Capitulo: “Dos mil e um fins” nos diz com clareza de mestre: “ Povo algum poderia existir se não começasse por fixar os seus próprios valores, e se pretende continuar a existir, não poder adotar os próprios bons valores dos seus vizinhos!”
NOTA
Acredito que a mediocridade campeie solta e, em sua maioria, ela se apossa a indivíduos que se distanciam da realidade. O mundo inteiro se debruça sobre nosso Brasil e acompanha o triste desenlace dos nossos partidos políticos, sejam eles da esquerda, direita, centro, meio centro, meio esquerda etc. Os olhares do mundo aqui se põem e nos rotulam como possuidores das casta mais avançada de corruptos e salafrários de todas as época. Lamento pelos netos e bisnetos que já estão por ai enfrentando os dias atuais. Tenho pena do futuro pois, lamentavelmente, nos últimos trinta anos nos deparamos, na politica, com algo tão podre que nos levou a abismo dos abismos, forçando aos de bem, serem rotulados de igual condição da degradação implantada e acentuadamente desenvolvida nos últimos 24 anos. DE FHC aos nossos dias o tumor da falta de vergonha administrativa veio a furo e hoje estamos a mercê da falta de remédios para aliviar o que de mais podre aqui se instalou.
Falo com a certeza de um cidadão de 90 anos, militando desde os 16 anos no campo das comunicações em setores diversos; como imprensa, radio, tv, publicidade, educador, escritor com dezenas de obras publicadas e que nunca praticou o ato de omissão para com os problemas graves que assolaram este país. Sou um Social Cristão, o que muito me orgulha. Saibam que eu nunca aceitei em minha vida foi lubrificar a minha coluna dorsal frente aos corruptos. Reacionário/ Eu? É, precisam me conhecer melhor!

















