REGIÃO: Unicamp recebe pesquisadora Prêmio Nobel de Química

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O segundo seminário do programa Unicamp Fronteiras será com a pesquisadora israelense Ada Yonath, Prêmio Nobel de Química de 2009. O seminário promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp, acontece durante o XII Caeb (Congresso Aberto de Estudantes de Biologia), na segunda-feira, 20, às 14h, no Centro de Convenções da universidade. O evento é aberto ao público. A palestra de Ada Yonath, primeira mulher do Oriente Médio a ganhar um prêmio Nobel nas ciências pelos seus trabalhos pioneiros sobre a estrutura do ribossomo, abordará a sua trajetória profissional até receber o prêmio de reconhecimento internacional.

Para a pró-reitora de Pesquisa da Unicamp, professora Gláucia Pastore, o seminário é uma grande oportunidade, pois aproxima uma ganhadora do Nobel dos docentes e alunos da Unicamp, “de modo que estes possam entender a concepção do que é ser um prêmio Nobel. A maioria dos trabalhos que levam à obtenção de um prêmio desses são investigações de pesquisadores altamente gabaritados, que conseguem enxergar explicações para a ciência que muitos outros não vislumbraram. A propósito, esse é um ponto marcante nas trajetórias dos prêmios Nobel”, completou

Sobre Ada E. Yonath
Ada E. Yonath recebeu o Prêmio Nobel em 2009 ao descobrir a estrutura e a função do ribossomo. Ela foi a quarta mulher a receber o Nobel de Química e a primeira desde 1964. Ela atua hoje na Universidade de Tel Aviv, Israel. Ada e outros dois cientistas distinguidos com o prêmio Nobel – Venkatraman Ramakrishnan e Thomas A. Steitz – foram descritos como “guerreiros na luta contra o crescente número de infecções bacterianas incuráveis.”

Membro da Academia Nacional de Ciências, da Academia de Ciências e Humanidades de Israel e da Organização Europeia de Biologia Molecular, Ada E. Yonath tem um currículo repleto de distinções, como o prêmio Unesco-L`Oréal para mulheres na ciência, atribuído em 2008, e o prêmio Erice pela Paz, atribuído pelo Vaticano em 2009. O prêmio Nobel foi criado em 1901, reconhece o trabalho de especialistas em várias áreas do conhecimento e é considerado o mais importante do mundo da ciência

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