VINHEDO: Comunicado Sanebavi sobre a falsa greve

No final da tarde desta quarta-feira (24), a Saneamento Básico VINHEDO (Sanebavi) soltou uma nota oficial para a imprensa, com o intúito de esclarecer os boatos sobre uma possível greve.

Diz a nota:
“A Sanebavi – Saneamento Básico Vinhedo vem informar aos contribuintes, a lamentável manipulação da verdade e de fatos comunicada na manhã desta quarta-feira, dia 24, por parte de um vereador vinhedense, que mais uma vez perturbou o bom andamento dos trabalhos desta autarquia.

Conforme aparece no vídeo divulgado pelo parlamentar, fica evidente a tentativa do vereador através de gestos, distorcer a real situação por ele encontrada. Isto porque, os funcionários estavam, na verdade, aguardando a ordem de serviço para executar as tarefas programadas como é feito todos os dias.

Não houve greve nem na sede administrativa e nem em outros departamentos.  A instituição possui um quadro de mais de 200 servidores, os quais estão desempenhando suas funções normalmente, pois não existe nenhuma motivação para qualquer movimento grevista.  O que o edil chamou de greve foi, na verdade, um grupo de cerca de 6 funcionários que estavam no pátio do setor Operacional aguardando para falar com o superintendente.

Assim, a Sanebavi nada mais está fazendo do que cumprir  a Lei aprovada pela Câmara de Vinhedo, da qual faz parte o divulgador das falsas notícias, sendo certo que a efetivação administrativa da propositura está sendo rigorosamente analisada pelos setores competentes.

O alarmismo contido na parte final do vídeo,  relativo a uma possível falta de abastecimento na cidade por conta da falsa greve, constitui um desserviço à sociedade vinhedense, além de ofender os funcionários da autarquia que desde  a sua criação nunca deixaram de realizar o trabalho de fornecimento de água em Vinhedo”.

ENTENDA O CASO
Na manhã desta quarta-feira (24), o vereador Edson PC (PDT) compartilhou um vídeo em sua página do Facebook, dizendo que os funcionários da Sanebavi estariam em greve. Ainda no vídeo, o vereador afirma que a paralisação seria em função de um projeto aprovado recentemente. “Aquele projeto que foi aprovado na Câmara está gerando mal-estar entre os funcionários, porque alguns estão ganhando gratificação e outros, que merecem também, não estão recebendo”, diz o vereador.

 

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